Impeachment não foi, não é, nem será golpe: CF/88, Arts. 85 e 86 e lei nº 1.070/50

Por: José Maciel

31/03/2016 - 9:48h

 

Golpe, de fato, é o que seus protagonistas fizeram com o Brasil seu povo, suas instituições e gostariam de fazer com a Constituição e as leis vigentes. Golpe, na verdade, é burlar a Lei, nomeando investigado para entravar as investigações contra os lesa-Pátria.

 

Golpe, na essência, é utilizar das prerrogativas presidenciais para contemplar investigado que já deveria estar preso, julgado e condenado pelos crimes cometidos contra a Nação Brasileira.

 

Golpe, por excelência, é ignorar ditames constitucionais e legais; tampar os ouvidos para não ouvir dos Ministros do Supremo, a aula de interpretação da Carta Magna Brasileira, as definições de Impeachment, e de golpe.

 

Golpe, literalmente, é ignorar a voz das ruas clamando pela renúncia da “Presidenta” da República ou sua deposição pela via regular do impeachment, genuíno instrumento da democracia, segundo palavras dos Ministros do STF.

 

Golpe, em sua autenticidade, é querer permanecer no trono contra a vontade popular, inclusive, daqueles que a levaram ao pódio e não mais aceitam como sua mandatária que perdeu as condições para o mister.

 

Por fim, golpe é também arrogância, prepotência, ausência de sensatez política; é impor pela truculência sua perpetração no poder a qualquer preço, como se esse trono fosse propriedade privada da mandatária que perdeu totalmente as condições de governabilidade e de permanência no cargo.

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